terça-feira, 5 de março de 2013

O FIM DO IMPROVISO?


A presença de arquibancadas tubulares no estádios pernambucanos é algo de praxe a cada campeonato estadual. Isso ocorre porque vários palcos não apresentam a capacidade mínima para a competição, de cinco mil lugares.

Geralmente contam com um ou dois lances de arquibancada de concreto armado, em um lado do campo. Dois no máximo. O jeito, então, é aumentar a quantidade de lugares com estruturas metálicas móveis, semelhantes àquelas usadas em torneios de vôlei de praia.
Há quase duas décadas é assim na disputa local. Entre os principais exemplos, os estádios Gileno de Carli, no Cabo de Santo Agostinho, Otávio Limeira Alves, em Santa Cruz do Capibaribe, e Paulo de Souza, em Petrolina.
Essa fase, um tanto amadora, está com os dias contados. A Federação Pernambucana de Futebol expediu um documento proibindo as arquibancadas tubulares na primeira divisão a partir de 2015.
Portanto, o certame do ano que vem, o centésimo da história do futebol do estado, será a despedida dessas arquibancadas.
Ou se constrói uma arquibancada de verdade ou arruma as malas para jogar em outra cidade. Que esse cuidado se estenda aos gramados…

"Acrescentando ao meu amigo blogueiro, os gestores precisam primeiro aprender a negociar o campeonato Pernambucano que tem um enorme potencial e pensar que não vão encher os estádios se o gramado é terrível e torna impossível a prática de um futebol bom de se ver. Pagar R$ 30,00 para assistir a uma "pelada profissional" e estuprar o bolso do torcedor!"

Fonte: blogdoandersonmelo.blogspot.com.br
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